Rede EMAÚS - Fica conosco Senhor!

Notícias

Aconteceu nos dias 20 a 23 de abril, na Arquidiocese de Brasília, o 80º Emaús Masculino. No total 36 jovens passaram pela casa de Emaús e lá vivenciaram a espiritualidade do Movimento, revivendo valores humanos e cristãos. Além de ser um espaço de criar novos laços de amizade. Agora estes jovens são chamados a vivenciar a experiencia do Quarto Dia. Em suas comunidades são exortados à pratica do Evangelho nas suas ‘Jerusaléns’.
No dia 21 de abril, o Secretariado Diocesano de Itapetininga esteve reunido para seu retiro anual. Os participantes puderam a partir da temática "Emaús: Espiritualidade e Missão", puderam refletir e debater como estão vivendo a espiritualidade em suas comunidades, a partir da experiência de Emaús.
A ressurreição de Cristo não se reduz à revitalização de um indivíduo qualquer. Com ela foi inaugurada uma dimensão que interessa a todos seres humanos. Acreditar na ressurreição de Jesus, para o cristão, é uma condição de existência: é-se cristão porque se acredita que Jesus está vivo, triunfou da morte, ressuscitou, e é, para todos os humanos, o único mediador entre Deus e os homens. Dessa mediação participam a seu modo tudo aquilo (o universo e tudo aquilo que contém) e todos aqueles (dos mais sábios aos mais humildes) que, pela vida e pela palavra, proclamam o poder e a misericórdia de Deus que sustenta todo o universo e chama todos a participar de sua vida. A fé na ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento da mensagem cristã. A fé cristã estaria morta se lhe fosse retirada a verdade da ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus são as primícias de um mundo novo, de uma nova situação do homem. Ela cria para os homens uma nova dimensão de ser, um novo âmbito da vida: o estar com Deus. Também significa que Deus manifestou-se verdadeiramente e que Cristo é o critério no qual o homem pode confiar. A fé na ressurreição de Jesus é algo tão essencial para o cristão que São Paulo chegou a escrever: “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também a vossa fé” (1Cor 15, 14). A ressurreição de Cristo não é apenas o milagre de um cadáver reanimado. Não se trata do mesmo evento que ocorreu com outros personagens bíblicos como a filha de Jairo (cf. Mc 5, 22-24) ou Lázaro (cf. Jo 11, 1-44), que foram trazidos de volta à vida por Jesus, mas que, mais tarde, num certo momento, morreriam fisicamente. A ressurreição de Jesus “foi a evasão para um gênero de vida totalmente novo, para uma vida já não sujeita à lei do morrer e do transformar-se, mas situada para além disso: uma vida que inaugurou uma nova dimensão de ser homem”, explica o Papa Bento XVI no segundo volume do seu livro “Jesus de Nazaré”. Jesus ressuscitado não voltou à vida normal que tinha neste mundo. Isso foi o que aconteceu com Lázaro e outros mortos ressuscitados por Ele. Jesus “partiu para uma vida diversa, nova: partiu para a vastidão de Deus, e é a partir dela que Ele se manifesta aos seus”, prossegue o Papa. A ressurreição de Cristo é um acontecimento dentro da história que, ao mesmo tempo, rompe o âmbito da história e a ultrapassa. Bento XVI a explica com uma analogia. “Se nos é permitido por uma vez usar a linguagem da teoria da evolução”, a ressurreição de Jesus é “a maior ‘mutação’, em absoluto o salto mais decisivo para uma dimensão totalmente nova, como nunca se tinha verificado na longa história da vida e dos seus avanços: um salto para uma ordem completamente nova, que tem a ver conosco e diz respeito a toda a história” (homilia da Vigília Pascal de 2006). Portanto, a ressurreição de Cristo não…
Foi publicado neste dia 21 de Março a ampla mensagem do Papa Francisco aos jovens do mundo inteiro em preparação da 32ª Jornada Mundial da Juventude 2017 que se celebra a nível das Dioceses a 9 de Abril próximo, Domingo de Ramos. O tema é “Grandes coisas fez em mim o Omnipotente”. Este ano, para favorecer uma mais ampla difusão da mensagem, o Papa Francisco quis que fosse apresentado aos jovens em vídeo, onde ele se refere a algumas temáticas tratadas no documento e convida os jovens a empreenderem o caminho de preparação espiritual com vista na Jornada Mundial da Juventude a ter lugar no Panamá de 22 a 27 de Janeiro de 2019. O Papa começa, no vídeo, por recordar o encontro cheio de vida em 2016 na cidade polaca de Cracóvia, donde partiu o caminho que levará ao Panamá em 2019. Momentos que Francisco considera de grande importância para o diálogo com os jovens e por isso mesmo quis que esse itinerário “se fizesse em sintonia com a preparação do próximo Sínodo dos Bispos que será dedicado a vós, jovens…” Francisco refere-se depois a Nossa Senhora que acompanha neste caminho como Aquela que soube fazer a vontade do Senhor, que soube pôr-se a caminho para encontrar sua prima Isabel, idosa e necessitada da sua proximidade. “Não fica fechada em casa, porque não é uma jovem-sofá que procura estar cómoda e num lugar seguro, sem que ninguém a incomode. É movida pela fé, porque a fé é o coração de toda a história da nossa Mãe”. “Caros jovens, Deus olha também para vós e vos chama e quando o faz vê todo o amor que sois capazes de dar.”. O Papa prossegue na sua vídeo-mensagem recordando aos jovens que, tal como a jovem de Nazaré, também eles são capazes de deixar na História uma marca importante. “A Igreja e a sociedade precisam de vós. Com a vossa abordagem, com a  coragem que tendes, com os vossos sonhos e ideais, caem os muros do imobilismo e se abrem caminhos que nos levam para um mundo melhor, mais justo, menos cruel e mais humano”. O Papa encoraja os jovens a cultivar, nesta caminhada, uma relação de familiaridade e amizade com a Virgem Santa, que é nossa Mãe, e convida-os a falar ela Ela, e com Ela dar graças a Deus pelo dom precioso da fé recebida dos antepassados, a confiar-lhe a própria vida, seguros de que, como uma boa Mãe, os escuta, os abraça, e os quer bem. “Asseguro-vos que se o fizerdes não vos arrependereis . Boa peregrinação em direcção à Jornada Mundial da Juventude de 2019. Que Deus vos bendiga”.  Leia aqui a mensagem na íntegra Assista aqui o vídeo na íntegra Fonte: Rádio Vaticano
A Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa. Para os antigos judeus se sentar sobre as cinzas já significava arrependimento dos pecados e volta para Deus. As Cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer; que somos pó e que ao pó da terra voltaremos (cf. Gn 3, 19) para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa para não mais perecer. Qual é o sentido? A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma; e fazer-nos lembrar que não podemos nos apegar a esta vida achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva é o céu. A maioria das pessoas, mesmo os cristãos, passa a vida lutando para “construir o céu na terra”. É um grande engano. Jamais construíremos o céu na terra; jamais a felicidade será perfeita no vale em que o pecado transformou num vale de lágrimas. Devemos, sim, lutar para deixar a vida na terra cada vez melhor, mas sem a ilusão de que ficaremos sempre aqui. Deus dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Qual seria o desígnio do Senhor nisso? A cada dia de nossa vida temos de renovar uma série de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, etc… Tudo é precário, nada é duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da vida depende do bater interminável do cora­ção e do respirar contínuo dos pulmões. Todo o organismo repete, sem cessar, suas operações para a vida se manter. Tudo é transitório… nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha; todo dia que nasce logo se esvai… e assim tudo passa, tudo é transi­tório. Por que será? Qual a razão de nada ser duradouro? Com­pra-se uma camisa nova e, logo, já está surrada; compra-se um carro novo e, logo, ele estará bastante rodado e vencido por novos modelos, e assim por diante. A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. A marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre. A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que o Senhor nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna, perene. Em cada flor que murcha e em cada homem que falece, sinto Deus nos dizer: “Não se prendam a esta vida transitória. Preparem-se para aquela que é eterna, quando tudo será duradouro, e nada precisará ser renovado dia a dia.” Fonte: Canção Nova
Faltando poucos dias para a abertura da Campanha da Fraternidade 2017, muitos dos católicos ainda não sabem o tema da campanha deste ano. Este ano a Campanha da Fraternidade vai trabalhar com o tema “Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida”. Buscando alertar para o cuidado da criação e terá início em todo o país no dia 1º de março. Com o tema “Cultivar e guardar a criação”, a iniciativa traz uma reflexão sobre o meio ambiente e sugere uma visão global das expressões da vida e dos dons da criação. A Campanha da Fraternidade é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social e comunitária, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, onde toda a população envolvida na Campanha da Fraternidade é convidada a ver, julgar e agir. Muitas pessoas se perguntam, “Mas quando a Campanha da Fraternidade começa?”. A Campanha da Fraternidade sempre começa na quarta-feira de cinzas e acontece durante o ano todo! Muitas pessoas acham que ela termina depois da Páscoa, mas não, como dissemos, ela dura até o fim do ano, junto com o Ano Litúrgico, onde são desenvolvidas diversas atividades pastorais. Agora que você já sabe qual é a temática deste ano, proponha a seu grupo de Escolas Missionárias de Emaús um oi mais dias de estudos sobre a CF deste ano. Procure o seu pároco ou em sua paróquia encontros de formação que pretendem trabalhar o texto-base deste ano e se informe mais sobre este assunto. Confira o hino da Campanha da Fraternidade-2017 1 – Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra, que nos acolhe, nos alegra e dá o pão (cf. LS, n.1) Queremos ser os teus parceiros na tarefa de “cultivar e bem guardar a criação.” Da Amazônia até os Pampas, do Cerrado aos Manguezais, chegue a ti o nosso canto pela vida e pela paz (2x) 02 – Vendo a riqueza dos biomas que criaste, feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom! E pra cuidar a tua obra nos chamaste a preservar e cultivar tão grande dom (cf. Gn 1-2). 03 – Por toda a costa do país espalhas vida; São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal: Negros e índios, camponeses: gente linda, lutando juntos por um mundo mais igual.
Pagina 1 de 2